Conforme o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho, o título definido fala em gestão cada vez mais qualificada para potencializar e aumentar as safras, e mostra como fundamental a gestão do processo produtivo. “Esta gestão não pode ser somente da parte agronômica. Tem que envolver também a parte administrativa, de mercado, de recursos humanos, econômica, da adoção de novas tecnologias, para poder, então, ter uma eficácia maior, sempre buscando intensificar safras de vários grãos”, afirma o dirigente.
Velho também ressalta que o termo “safras” mostra que os arrozeiros vão continuar na busca de uma intensificação da rotação de culturas. ”Safras quer dizer uma rotação cada vez maior de arroz, soja, trigo, milho e também uma intensificação da pecuária”, explica o presidente da Federarroz. Num desdobramento do tema de 2023, que tinha como destaque a expressão “arrozeiros multissafras”, o tema do próximo ano ressalta que a rotação se mostra cada vez mais necessária. “O que queremos é debater para buscar por uma gestão cada vez mais necessária e potencializando safras para poder enfrentar o alto custo de produção das várias culturas”, sintetiza o dirigente.
A 34ª Abertura Oficial da Colheita de Arroz e Grãos em Terras Baixas é uma realização da Federarroz e correalização da Embrapa e do Senar.
Foto: Carlos Queiroz/Divulgação
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