A Federarroz

A Federarroz – Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul é a instituição que representa 16 Associações de Arrozeiros Regionais, as quais reúnem aproximadamente 6 mil produtores de 205 municípios do Rio Grande do Sul, responsáveis por gerar cerca de 30 mil empregos diretos.

Tem em seu escopo representar os produtores de arroz perante os diversos temas que impactam a produção agrícola e a sustentabilidade desta importante atividade, como:

  • Colaborar com seus associados / Associações nas demandas do dia a dia;
  • Incentivar um sistema de produção viável aos produtores;
  • Construir parcerias sólidas com os demais participantes da cadeia produtiva do arroz e soja em terras baixas;
  • Representar os produtores na abertura de novos mercados – externos e internos;
  • Representar os interesses da classe perante órgãos governamentais, de imprensa, instituições financeiras, de ensino e de pesquisa.

A Federarroz também é responsável pela organização da Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas. Mais informações do evento em: www.colheitadoarroz.com.br.

Histórico

Foi em uma Assembleia Geral de produtores de arroz no dia 5 de setembro de 1989 que iniciou a história da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul. O objetivo foi o de fazer a defesa dos interesses dos orizicultores gaúchos em temas que necessitavam de articulações e negociações para buscar atender os anseios dos arrozeiros do Estado. Nas mais diversas batalhas, a Federarroz atuou fortemente nestes mais de 30 anos em temas como o Plano Collor, endividamento, Código Florestal, abertura de mercados, entre outros temas relevantes para o setor orizícola. A entidade, sem fins lucrativos, representa 16 associações de arrozeiros regionais e municipais que acolhem aproximadamente 6 mil produtores de 205 municípios do Rio Grande do Sul gerando cerca de 30 mil empregos diretos dentro da porteira entre produtores e funcionários com carteira assinada.

Neste período de luta permanente em defesa dos interesses do setor no âmbito do Estado e, geralmente da classe arrozeira nacional, a entidade consolidou em sua trajetória uma condição de liderança nacional diante dos grandes movimentos por um mercado mais justo e adequado às necessidades e à realidade do orizicultor gaúcho, responsável por cerca de 70% da produção nacional do grão que é consumido no país.

A Federarroz também é responsável pela organização da Abertura Oficial da Colheita do Arroz, que em 31 edições já realizadas trouxe aos produtores as novidades e tecnologias desenvolvidas por empresas e institutos de pesquisa em prol do orizicultor, além de criar um ambiente de discussões técnicas e de mercado assim como um espaço de reivindicações setoriais. E edição de 2022 está programada para ocorrer de 16 a 18 de fevereiro de 2022 na sede da Estação Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão/RS.
A entidade teve como seu primeiro presidente e fundador Breno Pinheiro Prates, de Alegrete. Depois foi seguido por Clóvis Terra Machado dos Santos, de Mostardas, Antônio Eloi Ferrice Paz, de São Borja, Arthur Oscar Loureiro de Albuquerque, de Lavras do Sul, Valter José Pötter, de Dom Pedrito, e Renato Caiaffo da Rocha, de Dom Pedrito e Henrique Osório Dornelles, de Alegrete. Atualmente é presidida por Alexandre Azevedo Velho, de Mostardas.

Diretoria

Conselho Diretor

Alexandre Velho

PRESIDENTE

Roberto Fagundes Ghigino

VICE-PRESIDENTE

Márcio Sanches da Silveira

DIRETOR FINANCEIRO

Gustavo F.C. Thompson Flores

DIRETOR FINANCEIRO-SUPLENTE

Fernando Lopa da Silva

SECRETÁRIO TITULAR

Elton Machado

SECRETÁRIO-SUPLENTE

Ariosto Macedo Pons Neto

DIRETOR REGIONAL FRONTEIRA OESTE

Cristiano Vargas Cabrera

DIRETOR REGIONAL CAMPANHA

Jair Buske

DIRETOR DEPRESSÃO CENTRAL

Denis Dias Nunes

DIRETOR REGIONAL ZONA SUL

José Carlos Gross

DIRETOR REGIONAL PLANÍCIE COSTEIRA INTERNA

Luiz Carlos Machado

DIRETOR REGIONAL PLANÍCIE COSTEIRA EXTERNA

Conselho Fiscal

Rafael da Silva Pinto

CONSELHEIRO FISCAL TITULAR

João Alberto Dutra Silveira

CONSELHEIRO FISCAL TITULAR

Celso Bartz

CONSELHEIRO FISCAL TITULAR

Rafael Lessa Busato

CONSELHEIRO FISCAL SUPLENTE

José Haroldo Cadorim

CONSELHEIRO FISCAL SUPLENTE

Cleo Evandro Martins Guimarães

CONSELHEIRO FISCAL SUPLENTE

Conselho Consultivo

Henrique Osorio Dornelles

PRESIDENTE DO CONSELHO CONSULTIVO

Diretoria Técnica

José Mathias Bins Martins

DIRETOR TÉCNICO

Jorge de Barros Iglesias

ESTRATÉGIA, PRODUÇÃO E CUSTOS:

Silvio Rafaeli

ECONOMIA E FINANÇAS:

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    Jurídico

    Objetivando defender o produtor e buscar minimizar as dificuldades enfrentadas, o Departamento Jurídico da Federarroz adotou, de forma individual e/ou coletiva, inúmeras medidas judiciais ao longo dos últimos anos, tais como:

    • Atuação na Ação Civil Pública que discute a necessidade de inserção de 20% de Reserva no Bioma Pampa Ajuizada Pelo Ministério Público;
    • Participação em Ação Civil Pública que discute Decreto referente a agroquímicos no Estado do Rio Grande do Sul ajuizada elo Ministério Público;
    • Atuação em debates relativos a produção rural em diversas APA’s do Estado;
    • Ajuizamento de Ação Direta de Inconstitucionalidade – ADIN contra o Funrural;
    • Ajuizamento de Ação Civil Pública Contra a RGE Sul;
    • Participação como Amicus Curia em Ação Direta de Inconstitucionalidade – ADIN que busca redução de isenções fiscais nos defensivos agrícolas;
    • Impetração de Mandado de Segurança Coletivo Contra a Implementação da Tabela Frete;
    • Atuação em Inquérito Civil Agências de Bacias que Visa Implementa Cobrança Pelo Uso da Água;
    • Ajuizamento de Ação Civil Pública Contra a AES Sul;
    • Atuação em processo administrativo na AGERGS em razão de problemas no fornecimento de energia elétrica;
    • Defesa junto ao CONSEMA da regulamentação de questões relacionadas ao PERAI;
    • Atuação junto à SEMA na regulamentação da utilização do Princípio Ativo com Neonicotinóides;
    • Ajuizamento de Ação Civil Pública contra utilização de arroz importado sem identificação ao consumidor;
    • Representação contra fraudes ao consumidor praticados por indústrias brasileiros junto ao ministério público federal de São Paulo;
    • Instauração de processo administrativo de salvaguardas junto ao MDI;
    • Instauração de representação junto ao MERCOSUL no Uruguai contra assimetrias entre países.