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Histórico

Foi em uma Assembleia Geral de produtores de arroz no dia 5 de setembro de 1989 que iniciou a história da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul. O objetivo foi o de fazer a defesa dos interesses dos orizicultores gaúchos em temas que necessitavam de articulações e negociações para buscar atender os anseios dos arrozeiros do Estado.

Nas mais diversas batalhas, a Federarroz atuou fortemente nestes mais de 30 anos em temas como o Plano Collor, endividamento, Código Florestal, abertura de mercados, entre outros temas relevantes para o setor orizícola. A entidade, sem fins lucrativos, representa 16 associações de arrozeiros regionais e municipais que acolhem aproximadamente 6 mil produtores de 205 municípios do Rio Grande do Sul gerando cerca de 30 mil empregos diretos dentro da porteira entre produtores e funcionários com carteira assinada.

Neste período de luta permanente em defesa dos interesses do setor no âmbito do Estado e, geralmente da classe arrozeira nacional, a entidade consolidou em sua trajetória uma condição de liderança nacional diante dos grandes movimentos por um mercado mais justo e adequado às necessidades e à realidade do orizicultor gaúcho, responsável por praticamente 70% da produção nacional do grão que é consumido no país.

A Federarroz também é responsável pela organização da Abertura Oficial da Colheita do Arroz, que em 30 edições trouxe aos produtores as novidades e tecnologias desenvolvidas por empresas e institutos de pesquisa em prol do orizicultor, além de criar um ambiente de discussões técnicas e de mercado assim como um espaço de reivindicações setoriais.

A entidade teve como seu primeiro presidente e fundador Breno Pinheiro Prates, de Alegrete. Depois foi seguido por Clóvis Terra Machado dos Santos, de Mostardas, Antônio Eloi Ferrice Paz, de São Borja, Arthur Oscar Loureiro de Albuquerque, de Lavras do Sul, Valter José Pötter, de Dom Pedrito, e Renato Caiaffo da Rocha, de Dom Pedrito e Henrique Osório Dornelles, de Alegrete. Atualmente é presidida por Alexandre Azevedo Velho, de Mostardas.

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